Obrigado! Muito Obrigado!
(Escrever mais para expressar o que não se traduz em palavras poderia tornar o texto piegas!)
http://www.youtube.com/watch?v=uwDRty6NT6g
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Singela homenagem

A profissão docente propicia diferentes alegrias. Acompanhar a evolução de seus educandos, participar de vitórias dos estudantes, (re)descobrir o mundo com o mesmo encanto dos aprendizes fazem parte de uma extensa lista que poderia arrolar sobre o ofício nesta data.
Hoje, entretanto, gostaria de prestar uma pequena homenagem a três educandas da EE Prof. Francisco de Paula Conceição Júnior: Hayara, Sara e Alessandra. Além das alegrias que elas proporcionam em sala, outro dia elas me presentearam com um delicioso bolo; para completar, levaram-no ao CEU EMEF Cantos do Amanhecer, onde leciono à tarde para turmas de 1.° e 2.° Anos.
Não deitei lágrimas pelo rosto, mas "chorei por dentro".
Obrigado, meninas, pela oportunidade.
PS: o bolo estava gostoso. Se eu não reservasse o pedaço da Dani, não sobraria para ninguém.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Conversação telefônica – um gênero discursivo de grande circulação e de pequena reflexão
É indiscutível a necessidade de adequar as situações de ensino-aprendizagem às exigências hodiernas. Por isso, o autor deste blog tem utilizado gêneros discursivos de ampla circulação na sociedade em sala de aulas para, conforme orientações dos PCNs, explorar aspectos concernentes ao “uso” e à “reflexão” sobre a língua.
Na EE Prof. Francisco de Paula Conceição Júnior (Diretoria de Ensino Sul 1, Campo Limpo, Capital, SP), em qual o professor que gerencia este blog leciona a disciplina Língua Portuguesa para duas turmas de nono ano (8ªC e 8ªH), desenvolveu-se um projeto acerca de conversação telefônica. Na esteira de MARCUSCHI (Da fala para a escrita: atividades de retextualização – p. 41), crê-se que haja um “contínuo de gêneros textuais na fala e na escrita”; em outras palavras, que em algumas situações comunicativas, a dicotomia fala/escrita é insuficiente para explicar o fenômeno linguístico – existe uma fala, mas a organização textual assemelha-se à do escrito.
Não obstante MARCUSCHI situar a conversação telefônica no âmbito da “fala”, na concepção do educador da rede estadual há contextos em que o planejamento e a interação pressupõem um grau de formalidade e uma ausência de intimidade que a aproximaria muito mais dos gêneros escritos. Nesse sentido, caracterizaria um gênero em que o “contínuo” não permite a classificação tradicional “fala/escrita”.
Os áudios a que se terá acesso permitirão a análise de um “corpus” de situações comunicativas em que houve a intenção de se analisar e refletir sobre a adequação do uso lingüístico à necessidade do contexto de interação. São simulações, é verdade, de situações reais; mas, de fato, de uso contínuo desse grupo escolar e de seus familiares: conversações telefônicas para reclamar direitos com a operadora de celular, com serviços de “speedy”, cobranças indevidas de serviços de utilidade pública, procura de vagas para a escola, etc. Em todas elas, apesar de se falar, a conversação assumiu características próprias da escrita; distanciando-se, portanto, de um simples telefonema informal para a mãe(pai) ou a namorada(o).
Vale lembrar: ainda há um processo de reflexão e análise dos textos telefônicos. Embora se tenha alcançado um nível de satisfação louvável, aperfeiçoamentos de ordem estrutural e de registro ainda serão observados.
Na EE Prof. Francisco de Paula Conceição Júnior (Diretoria de Ensino Sul 1, Campo Limpo, Capital, SP), em qual o professor que gerencia este blog leciona a disciplina Língua Portuguesa para duas turmas de nono ano (8ªC e 8ªH), desenvolveu-se um projeto acerca de conversação telefônica. Na esteira de MARCUSCHI (Da fala para a escrita: atividades de retextualização – p. 41), crê-se que haja um “contínuo de gêneros textuais na fala e na escrita”; em outras palavras, que em algumas situações comunicativas, a dicotomia fala/escrita é insuficiente para explicar o fenômeno linguístico – existe uma fala, mas a organização textual assemelha-se à do escrito.
Não obstante MARCUSCHI situar a conversação telefônica no âmbito da “fala”, na concepção do educador da rede estadual há contextos em que o planejamento e a interação pressupõem um grau de formalidade e uma ausência de intimidade que a aproximaria muito mais dos gêneros escritos. Nesse sentido, caracterizaria um gênero em que o “contínuo” não permite a classificação tradicional “fala/escrita”.
Os áudios a que se terá acesso permitirão a análise de um “corpus” de situações comunicativas em que houve a intenção de se analisar e refletir sobre a adequação do uso lingüístico à necessidade do contexto de interação. São simulações, é verdade, de situações reais; mas, de fato, de uso contínuo desse grupo escolar e de seus familiares: conversações telefônicas para reclamar direitos com a operadora de celular, com serviços de “speedy”, cobranças indevidas de serviços de utilidade pública, procura de vagas para a escola, etc. Em todas elas, apesar de se falar, a conversação assumiu características próprias da escrita; distanciando-se, portanto, de um simples telefonema informal para a mãe(pai) ou a namorada(o).
Vale lembrar: ainda há um processo de reflexão e análise dos textos telefônicos. Embora se tenha alcançado um nível de satisfação louvável, aperfeiçoamentos de ordem estrutural e de registro ainda serão observados.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Projeto Leitura
Na EE Prof. Francisco de Paula Conceição Júnior, as turmas de sétimas e oitavas séries (oitavo e nono anos) estão realizando leituras compartilhadas. Iniciado no segundo semestre deste ano, o projeto visa ao aperfeiçoamento da compreensão e da fluência leitoras de nossos educandos.
Os professores de Língua Portuguesa e Leitura, em combinado com os educadores de História e Geografia, selecionaram uma reconhecida obra nacional e um festejado título internacional: O pagador de promessas, de Dias Gomes; O menino do pijama listrado, de John Boyne. A contextualização possibilitada pela leitura desses livros permite que se amplie ainda mais o repertório cultural dos educandos sobre temas relevantes; ademais, existem adaptações cinematográficas para oferecer outras discussões.
Todas as turmas leram a peça teatral de Dias Gomes no terceiro bimestre; quase todas já assistiram ao filme baseado no trabalho do dramaturgo. Neste bimestre, estão lendo o romance de Boyne.
Abaixo, alguns dos simpáticos educandos da 7ª D.

Tem mais: um trechinho, na voz de Francisca.
Os professores de Língua Portuguesa e Leitura, em combinado com os educadores de História e Geografia, selecionaram uma reconhecida obra nacional e um festejado título internacional: O pagador de promessas, de Dias Gomes; O menino do pijama listrado, de John Boyne. A contextualização possibilitada pela leitura desses livros permite que se amplie ainda mais o repertório cultural dos educandos sobre temas relevantes; ademais, existem adaptações cinematográficas para oferecer outras discussões.
Todas as turmas leram a peça teatral de Dias Gomes no terceiro bimestre; quase todas já assistiram ao filme baseado no trabalho do dramaturgo. Neste bimestre, estão lendo o romance de Boyne.
Abaixo, alguns dos simpáticos educandos da 7ª D.

Tem mais: um trechinho, na voz de Francisca.
Uh, Cooperifa! Uh, Cooperifa! Uh, Cooperifa!
Que os números falem: 500 saraus! 10 anos! Aproximadamente 100 livros! Milhares de vidas transformadas!
Graças a Deus pude testemunhar uma página da história em que o excluído virou artista. Explico: no Brasil, foram cerca de cem anos para que o negro, a mulher, o pobre, o índio, o desempregado, etc., deixassem de ser personagens secundárias e se tornassem protagonistas. Nesse transcurso temporal, de vez em quando um desses marginalizados ultrapassava fronteiras - adentrava o paço das artes, não deixando de protagonizar, passava a fazer literatura: Lima Barreto, por uma fresta aberta, entrou e até foi convidado para se juntar ao sofá dos ilustres; Solano Trindade, poeta e agitador cultural, pulou a janela e se misturou com os convidados; Carolina de Jesus, que passando pela porta, foi puxada para festa... No final do século passado, o Ferréz e o Lins esmurraram a campainha... Mas foi Sérgio Vaz, com a Cooperifa, que arrombou de vez a porta...
Cooperifa!

Ainda sobre Cooperifa.
Na programação da 4ª Mostra Cultural, a Cooperifa prestigiou o CEU Cantos do Amanhecer com duas atrações musicais: Brau Mendonça e A Quatro Vozes.
Para fazer a festa ficar mais bonita, com a preciosa colaboração de meus colegas, reuni os educandos de EJA da EMEF do CEU e os estudantes de 2ªEM da EE Prof. Francisco de Paula Conceição Júnior (Chiquinho).
Agradecimentos especiais: à Carla, grande menina; aos professores da EJA da EMEF; ao Coordenador Pedagógico Natal e à professora Janaína do Chiquinho. E mais do que especial: a todos os estudantes presentes - sem eles...
Vamos às fotos.


Graças a Deus pude testemunhar uma página da história em que o excluído virou artista. Explico: no Brasil, foram cerca de cem anos para que o negro, a mulher, o pobre, o índio, o desempregado, etc., deixassem de ser personagens secundárias e se tornassem protagonistas. Nesse transcurso temporal, de vez em quando um desses marginalizados ultrapassava fronteiras - adentrava o paço das artes, não deixando de protagonizar, passava a fazer literatura: Lima Barreto, por uma fresta aberta, entrou e até foi convidado para se juntar ao sofá dos ilustres; Solano Trindade, poeta e agitador cultural, pulou a janela e se misturou com os convidados; Carolina de Jesus, que passando pela porta, foi puxada para festa... No final do século passado, o Ferréz e o Lins esmurraram a campainha... Mas foi Sérgio Vaz, com a Cooperifa, que arrombou de vez a porta...
Cooperifa!

Ainda sobre Cooperifa.
Na programação da 4ª Mostra Cultural, a Cooperifa prestigiou o CEU Cantos do Amanhecer com duas atrações musicais: Brau Mendonça e A Quatro Vozes.
Para fazer a festa ficar mais bonita, com a preciosa colaboração de meus colegas, reuni os educandos de EJA da EMEF do CEU e os estudantes de 2ªEM da EE Prof. Francisco de Paula Conceição Júnior (Chiquinho).
Agradecimentos especiais: à Carla, grande menina; aos professores da EJA da EMEF; ao Coordenador Pedagógico Natal e à professora Janaína do Chiquinho. E mais do que especial: a todos os estudantes presentes - sem eles...
Vamos às fotos.


quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Festa das Crianças da EMEF CEU Cantos do Amanhecer
A equipe da EMEF CEU Cantos do Amanhecer acredita que todo dia é dia de criança. Quem conhece o trabalho dessa unidade escolar sabe que há projetos educacionais de variadas temáticas acontecendo nas salas de aulas. Nem por isso, entretanto, a escola se omitiu: organizou uma Festa do Dia das Crianças para propiciar divertimento puro.
Em reuniões de APM e Conselho de Escola, foi aprovada uma proposta que se articulou, previamente, com os professores: destinar a arrecadação da Festa Junina ao lazer das crianças. Mais do que ousada, essa ideia reflete o espírito dos que trabalham ali: a criança sempre é o centro das atenções; o desenvolvimento integral delas é razão de tudo que se faz.
Olha só o que tinha:




Em reuniões de APM e Conselho de Escola, foi aprovada uma proposta que se articulou, previamente, com os professores: destinar a arrecadação da Festa Junina ao lazer das crianças. Mais do que ousada, essa ideia reflete o espírito dos que trabalham ali: a criança sempre é o centro das atenções; o desenvolvimento integral delas é razão de tudo que se faz.
Olha só o que tinha:




quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Na EJA do CEU
Provérbio é expressão máxima de ideias na quantidade mínima de palavras.
Considerando o repertório popular, o caráter oral e as possibilidades de reflexão sobre conteúdo e forma, julguei pertinente desenvolver uma sequência didática que envolvesse provérbio com as turmas de EJA, 1.° Termo A e 2.° Termo A, da EMEF CEU Cantos do Amanhecer.
Recorri à sala de informática, onde pude projetar a janela do editor de textos. No momento inicial, familiarizei a turma com o gênero. Na etapa seguinte, fiz um levantamento de provérbios que eles tinham na memória. Ao se dizer o provérbio, eles soletravam, para que eu pudesse tecer comentários sobre sons e escrita.
Confiram o resultado! (Fiz a impressão e pedi para que eles fizessem a montagem do mural.)
PS: NÃO POSSO ESQUECER DE AGRADECER ÀS PROFESSORAS LEILA E MÁRCIA, PARCEIRAS NESTE TRABALHO! OBRIGADO, LINDAS!




Considerando o repertório popular, o caráter oral e as possibilidades de reflexão sobre conteúdo e forma, julguei pertinente desenvolver uma sequência didática que envolvesse provérbio com as turmas de EJA, 1.° Termo A e 2.° Termo A, da EMEF CEU Cantos do Amanhecer.
Recorri à sala de informática, onde pude projetar a janela do editor de textos. No momento inicial, familiarizei a turma com o gênero. Na etapa seguinte, fiz um levantamento de provérbios que eles tinham na memória. Ao se dizer o provérbio, eles soletravam, para que eu pudesse tecer comentários sobre sons e escrita.
Confiram o resultado! (Fiz a impressão e pedi para que eles fizessem a montagem do mural.)
PS: NÃO POSSO ESQUECER DE AGRADECER ÀS PROFESSORAS LEILA E MÁRCIA, PARCEIRAS NESTE TRABALHO! OBRIGADO, LINDAS!




terça-feira, 4 de outubro de 2011
Dica aos professores de Língua Portuguesa e de Ensino Fundamental I
O CELL (Centro de Estudos em Educação e Linguagem) da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) elaborou Avaliação em Língua Portuguesa: contribuições para a prática pedagógica. Publicado em 2007 pelo MEC, o trabalho resultou da contribuição de diferentes profissionais da universidade, bem como de um curso de extensão oferecido por ela.
Disponibilizo o link de um vídeo (dividido em quatro partes) postado em março deste ano no You Tube, no qual há reflexões das organizadoras Beth Marcuschi e Lívia Suassuna, bem como de outros professores gabaritados sobre o tema.
http://http://www.youtube.com/watch?v=4drEhGNJmJUNo
Outro link: o arquivo ao livro.
http://http://www.ceelufpe.com.br/e-books/Avaliacao_Livro.pdf
Disponibilizo o link de um vídeo (dividido em quatro partes) postado em março deste ano no You Tube, no qual há reflexões das organizadoras Beth Marcuschi e Lívia Suassuna, bem como de outros professores gabaritados sobre o tema.
http://http://www.youtube.com/watch?v=4drEhGNJmJUNo
Outro link: o arquivo ao livro.
http://http://www.ceelufpe.com.br/e-books/Avaliacao_Livro.pdf
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Blog da EMEF CEU Cantos do Amanhecer
Visite o Blog da EMEF CEU Cantos do Amanhecer. Os professores da escola resolveram atualizar o diário eletrônico; ficou bom!
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Sobre internês
Aconselho...
LFCD - Considerações sobre o internetês (IEL – Unicamp)
Apresenta reflexões plausíveis de Júlio César Araújo acerca do internetês. Titular da Universidade do Ceará (atualmente, visitante na UFMG), participa do Hiperged (Hipertexto e Gêneros Digitais), cujas pesquisas têm pertinência e relevância para o meio acadêmico e para o magistério.
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LFCD - Considerações sobre o internetês (IEL – Unicamp)
Apresenta reflexões plausíveis de Júlio César Araújo acerca do internetês. Titular da Universidade do Ceará (atualmente, visitante na UFMG), participa do Hiperged (Hipertexto e Gêneros Digitais), cujas pesquisas têm pertinência e relevância para o meio acadêmico e para o magistério.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Sarau da Cooperifa no CEU Cantos do Amanhecer

A Cooperifa tem um projeto que proporciona literatura nas escolas. Os poetas vão ao colégio e promovem um sarau. "É quando a poesia desce do pedestal e beija os pés da comunidade", na síntese feliz de Sérgio Vaz.
Na terça-feira(30.06), o CEU Cantos do Amanhecer teve o privilégio de receber um banho de literatura com a Cooperifa.
No transcorrer de algumas aulas, selecionei e comunguei poesia com as turmas de 3ª e 4ª Etapas de EJA - Sérgio Vaz, Drummond, Casulo, Quintana, Márcio Batista, Negra Drama, etc. - alternando poetas consagrados pela tradição literária e outros que estão se projetando; também me preocupei em apresentar poetas vivos, em plena produção, com poetas falecidos - só para mostrar "que a poesia não está morta", como pregara José Paulo Paes. A visita apenas coroou a sequência didática.
Além dos poetas da Cooperifa, recitaram também funcionários e educandos da EE Professor Francisco de Paula Conceição Júnior, convidados de honra que participaram do evento.
Sem mais palavras, vamos às imagens.
Se quiser mais: http://colecionadordepedras1.blogspot.com/2011/06/sarau-da-cooperifa-no-ceu-cantos-do.html
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Algumas atividades - parte 1
Há algum tempo não publico nada; exatamente desde de 16 de abril deste ano. Em outras palavras, tenho trabalhado muito e registrado pouco. Por isso, resolvi que publicarei "em partes" algumas experiências e trabalhos...
Sarau da Cooperifa no CEU Cantos do Amanhecer!
Sarau da Cooperifa no CEU Cantos do Amanhecer!
sábado, 16 de abril de 2011
Sarau no CEU Cantos do Amanhecer
Na última terça-feira (12.04), Elizandra e Akins compareceram ao CEU para prestigiar duas turmas de EJA (Educação de Jovens e Adultos).
Seu recital foi acertado no mês passado. Embora a sequência de aulas fosse dedicada à prosa - em especial a de contos ligados à tradição oral -, reservei algumas produções poéticas femininas (Adélia, Cora, Elizandra...) para ministrar a aula de 03 de março, quando haveria uma palestra sobre o Dia Internacional da Mulher. Razão: a palestra tomaria parte de minhas aulas; assim, as poesias não destoariam da aula de leitura, não conturbariam o planejamento e, por fim, coroariam o evento.
Em decorrência do escasso tempo que restou para poesia, pensei em recitar apenas Elizandra. Para tanto, contei com a colaboração da professora Márcia. Ao final, a empolgação foi tão grande que a turma pediu uma visita da poetisa.
O evento ocorreu na Biblioteca do CEU, local escolhido pelos estudantes para o evento. Os comes e bebes foram deles. A única pena: carteiras perfiladas - prefiro roda (fui buscar os poetas no Terminal Campo Limpo, pois chovia muito. Todo mundo já estava organizado...). O evento foi ótimo.
Retomando atividades
No ano passado, criei o blog para fins educacionais. Ao assumir a Coordenação Pedagógica em uma rede e ficar de Módulo (professor substituto) em outra, ganhei vínculo com a escola toda (nas duas), mas perdi o contato mais próximo. É como um amigo diz, reportando a um grande ator, "não dá para receber e atender muita gente": convide muitos e faça uma muvuca - o que é legal - ou receba poucos e lhes ofereça atenção especial.
Agora estou de volta: professor de Língua Portuguesa na rede estadual; de Leitura na municipal. São várias postagens. É só conferir.
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