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terça-feira, 22 de março de 2016

Rádio Escolar como recurso pedagógico

Na rede municipal de ensino de São Paulo existe Nas ondas do rádio. Há um estímulo para que os estudantes da rede produzam e interajam com programação radiofônica. Embora não seja necessário, vale salientar o quão importante é para que se desenvolvam competências leitora e escritora dos educandos, no "contínuo" oral/escrito. Ademais, no que concerne ao protagonismo infanto-juvenil, os ganhos são extraordinários. Com quintos anos, pretendemos usar esse recurso para que o Projeto Respeito e Diversidade se espalhe por toda a unidade e, por que não?, pelas ondas do rádio, pelos sinais do Wi-fi e, sobretudo, por corações e mentes nunca dantes navegados.

quinta-feira, 17 de março de 2016

A vida pode ser uma peça... Por que não?

Nas leituras realizadas com estudantes de 2.° EM, priorizamos peças teatrais. Dialogando com o conteúdo programático, lemos O juiz de paz da roça, de Martins Pena, do gênero comédia de costumes. Texto de 1838, continua atual. Para prosseguir no aprimoramento da fluência leitora, do prazer pela leitura, pelo desenvolvimento de repertório, resolvemos ler Eles não usam Black-tie, de Gianfrancesco Guarnieri, de 1958. Atualíssimo,além das possibilidades pedagógicas supracitadas, permite uma reflexão crítica acerca da questão de classes, de socialismo versus capitalismo, de questões habitacionais, educacionais, entre outras.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Outro projeto na EMEF... Meio ambiente - Respeito e diversidade

(Disponível em:. Acesso em: 17 de mar. de 2016.) Embora haja discurso e legislação, os indígenas no Brasil ainda não estão, dignamente, inseridos na sociedade. Isso se deve, entre outras coisas, ao desconhecimento de sua diversidade cultural, ocasionando a criação de estereótipos e, consequentemente, o desrespeito de nossa sociedade a eles. É dever da escola trabalhar para que, de fato, o Brasil conheça os povos descendentes dos primeiros habitantes destas terras, bem como reconheça como legítimas todas as suas formas de interação com a natureza, com o meio rural e com o meio urbano. Dentre os diferentes recortes de estudo, na EMEF CEU Cantos do Amanhecer está trabalhando com textos de Daniel Munduruku. Também trará vídeos de grupos indígenas distintos, de diferentes tribos do Brasil.

terça-feira, 15 de março de 2016

Alguns poemas de Culturas que também se expressam em português

No decorrer das últimas semanas, apresentamos três grandes personagens da literatura de língua portuguesa de Moçambique: Mia Couto, José Craverinha e Noémia de Sousa. Nesta semana, trazemos ao público o poeta Jofre Rocha. Confira...

sexta-feira, 11 de março de 2016

LISTA DE OBRAS DE LEITURA OBRIGATÓRIA - FUVEST 2017
A Fundação Universitária para o Vestibular (FUVEST)publicou hoje as listas de leituras (literárias) obrigatórias para 2017, 2018 e 2019. Apesar de o interesse, efetivamente, recair sobre a lista deste ano, é interessante notar que: 1) de 2017 para 2018, exclue-se Jorge Amado, insere-se Helena Morley (pseudônimo de Alice Dayrell Caldeira Brant); 2) de 2018 para 2019, troca-se A cidade e as serras por A relíquia, ambas de Eça de Queirós. A inclusão de Mayombe, de Pepetela, e Minha vida de menina, de Helena Morley (a partir de 2018), tem de ser comemorada com reservas. Embora seja louvável, pela primeira vez, haver um autor africano de língua portuguesa (Angola), bem como uma autora (brasileira) que não frequenta os cânones do ensino de literatura no Brasil, a FUVEST perdeu a oportunidade de avançar nas questões literárias atuais. Modestamente, sugeriria a inserção de, ao menos mais dois autores africanos de língua portuguesa, quem sabe uma poetisa como a moçambicana Noémia de Sousa, ou, quiçá, o cabo-verdiano Eugénio Tavares; a lista seria grande, mesmo sem o mais conhecido do público brasileiro, o moçambicano Mia Couto, de quem recomendaria Vozes anoitecidas. Entre os brasileiros,ainda que comemore presença de Helena Morley, lamento, profundamente, a ausência de, ao menos por revezamento, Lima Barreto, Solano Trindade, Carolina de Jesus, Cora Coralina, João Antônio - para não citar algum contemporâneo, Lygia Fagundes Telles, Milton Hautoum, Ferréz, Sérgio Vaz... Não diria lamentável, mas ampliam-se

terça-feira, 1 de março de 2016

Além dos 190 milhões de brasileiros - Culturas que também se expressam em português

Culturas que também se expressam em português

Para retomar atividades... Os educadores da EJA (Educação de Jovens e Adultos) da EMEF CEU Cantos do Amanhecer iniciaram o projeto Culturas que também se expressam em português. Mais do que uma obrigação ética, o trabalho visa ao cumprimento do currículo estabelecido pela legislação brasileira. Os países africanos que adotaram a língua portuguesa como idioma oficial, apesar de sua relação acenstral com o povo brasileiro, têm sua história e sua literatura ignoradas por quase toda população. Como a mídia e a indústria cultural, por interesses, de ideológicos a comerciais, não permitem o acesso a esse conhecimento (e a outros oriundos não só da própria África, como também da América Latina e da Ásia), a escola deve fazê-lo. Mais do que isso, aproveitar a oportunidade para conhecer lugares em que nem sequer muita gente em nosso país imagina, mas onde a língua portuguesa é utilizada: Timor Leste, um dos países mais novos do planeta, bem como em cidades da Índia e da China (além do próprio Japão). Para ser coerente com a proposta de trabalho, lições sobre o Acordo Ortográfico, bem como poesias de poetas de países que se expressam por meio da língua portuguesa e suas poesias serão compartilhadas pela escola, pelo blog da escola e pelas redes sociais. A ideia é simples: todo mundo deve aprender, sem exceção, que há mais do que uma maneira de ser eurocêntrica, bem como muito mais do que um modo de viver estadunidense. E tão interessante como tais. Ou por ser novidade para muitos, ou por outros motivos, como eu, até melhor!