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sexta-feira, 11 de março de 2016
LISTA DE OBRAS DE LEITURA OBRIGATÓRIA - FUVEST 2017
A Fundação Universitária para o Vestibular (FUVEST)publicou hoje as listas de leituras (literárias) obrigatórias para 2017, 2018 e 2019. Apesar de o interesse, efetivamente, recair sobre a lista deste ano, é interessante notar que: 1) de 2017 para 2018, exclue-se Jorge Amado, insere-se Helena Morley (pseudônimo de Alice Dayrell Caldeira Brant); 2) de 2018 para 2019, troca-se A cidade e as serras por A relíquia, ambas de Eça de Queirós.
A inclusão de Mayombe, de Pepetela, e Minha vida de menina, de Helena Morley (a partir de 2018), tem de ser comemorada com reservas. Embora seja louvável, pela primeira vez, haver um autor africano de língua portuguesa (Angola), bem como uma autora (brasileira) que não frequenta os cânones do ensino de literatura no Brasil, a FUVEST perdeu a oportunidade de avançar nas questões literárias atuais. Modestamente, sugeriria a inserção de, ao menos mais dois autores africanos de língua portuguesa, quem sabe uma poetisa como a moçambicana Noémia de Sousa, ou, quiçá, o cabo-verdiano Eugénio Tavares; a lista seria grande, mesmo sem o mais conhecido do público brasileiro, o moçambicano Mia Couto, de quem recomendaria Vozes anoitecidas. Entre os brasileiros,ainda que comemore presença de Helena Morley, lamento, profundamente, a ausência de, ao menos por revezamento, Lima Barreto, Solano Trindade, Carolina de Jesus, Cora Coralina, João Antônio - para não citar algum contemporâneo, Lygia Fagundes Telles, Milton Hautoum, Ferréz, Sérgio Vaz...
Não diria lamentável, mas ampliam-se
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