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terça-feira, 9 de março de 2010

Sobre a greve

"Então a mãe, dividida entre marido e filho, senta-se à mesa e, lentamente, escolhe feijão... Separando os ruins dos bons..." (Cena de Eles não usam Black Tie, peça de Guarnieri que virou filme.)

Profissionais da educação e estudantes do Chiquinho, vamos aos informes de hoje.

Apesar de a mídia insistir (a Folha reproduziu ontem em seu sítio eletrônico e na versão impressa de hoje a informação veiculada pela Secretaria de Educação, segundo a qual apenas 1% do professorado havia parado; segundo relatos, o SPTV 1.ª Ed. – que, pasmem, não assisto –noticiou nada sobre a greve; no R7 a notícia, baseando-se apenas em Sorocaba, pela manhã, tendenciosamente sugeriu que no interior o movimento está fraco; o Estadão divulgou uma notícia sobre entrevista concedida pela presidente do sindicato, que, apesar de merecer atenção especial do leitor, pelo menos destacou que 55% estão em greve), nós estamos aqui!

Como trabalho na rede municipal de Embu pela manhã, assumi a tarefa de fazer o comando à tarde e à noite.

À tarde, na falta de companheiros que pudessem me acompanhar (muitos estavam em empregos de outras redes), fui sozinho. Passei por quatro unidades: Hugo (Maria Sampaio); Messias Freire (Leônidas), Café Filho (Marcelo) e Santa Rosa (Rosana). No meio dessa jornada deparei com colegas do sindicato; Severino e companhia (não guardei de cor os nomes dos outros guerreiros).

À noite conversei com o pessoal do Dib Audi, onde leciona o companheiro Osvaldo (o cara assumiu a greve de 2008 sozinho).

Além da situação vexatória em que encontramos alguns colegas, pude verificar a situação de algumas UEs. Resumo do dia (contabilizando minhas visitas, as de meus colegas pela parte da manhã e as relatadas por colegas que encontrei):
Miguel Maluhy – 100%;
Hugo Lacorte – em negociação para 100% de PEB II (haverá uma posição no intervalo do noturno);
Café Filho – em negociação;
Santa Rosa – só parará na sexta-feira;
César Yasigi – só parará na sexta-feira;
Messias Freire – baixíssima adesão ainda;
David Nasser – em negociação;
Leopoldo Santana – 100%;
Seis colégios do entorno do Leopoldo – 100%;
Dib Audi – pessoal do noturno está predisposto a parar; amanhã haverá nova conversa.
Ainda sem dados: embora se falem de expressivos números, ainda não tenho informações sobre a greve na Diretoria de Taboão, nem no interior, onde, segundo colegas, existem muitas adesões.

Amanhã, provavelmente a Sub Sul disponibilizará um quadro mais preciso.

Boa noite!

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